domingo, 25 de dezembro de 2011

Hohoho

sábado, 24 de dezembro de 2011

Ano novo chegando...



O ano novo está chegando e eu ilustrei uma mensagem bastante inspiradora de Joseph Campbell. Que 2012 seja ótimo para todos vocês!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Poke Fish!

Essas são algumas (poucas) peças produzidas para a Menki Mobile, para o jogo Poke Fish! Foi extremamente interessante produzir arte para um jogo, é muito diferente do raciocínio necessário para a produção de ilustrações estáticas para o meio didático e publicitário, por exemplo.





















segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pôsteres no FIQ

Terei alguns pôsteres A3 à venda no FIQ 2011, que acontece de 9 a 13 de novembro. Estarão no estande do Quarto Mundo! Quem for ao evento, por favor, confira!
Não são muitas unidades de cada, mas vou disponibilizar alguns à venda pelo blog, depois do evento. =)

Pôsteres:

HARRY POTTER



MEGAMAN (publicado pela CAPCOM)



MARGARITA



MUMM-RA



FLAPJACK



FREDDIE MERCURY



GUITARRISTA

domingo, 30 de outubro de 2011

Happy Halloween 2011



Feliz Dia das Bruxas! Direto do espaço sideral.

Kiburi Pride

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Cidadão Invisível

Nos últimos meses tive o prazer de fazer as cores para um quadrinho com os desenhos de Eduardo Ferigato, com arte-final de Vitor Gorino. Foi uma ótima experiência, um trabalho colaborativo e interessante. Conferi o resultado final da publicação ontem, e achei espetacular.

O roteiro é de Ivan Jaf e os textos complementares são de ninguém menos do que Gilberto Dimenstein. Vale bastante a pena. Seguem os dados da publicação e algumas páginas de amostra. =)



CIDADÃO INVISÍVEL
ISBN: 9788508147274
NÚMERO DE PÁGINAS: 72
PREÇO: R$26.90
EDITORA: ATICA
COLEÇÃO/SÉRIE: GILBERTO DIMENSTEIN
RESENHA/SINOPSE:
Uma cidade, dois mundos diferentes. Naco e Patrícia são as duas pontas da mesma realidade. O menino de rua Naco se tornou invisível. Ele busca recuperar sua visibilidade, mas acaba se rendendo às tentações do novo “poder”. Patrícia é uma garota de classe média que não se conforma com a desigualdade social. Um dia, os dois se encontram. E a experiência irá mudar suas vidas. Inspirada no clássico O cidadão de papel, esta narrativa em quadrinhos abre nossos olhos para o que nem sempre queremos ver. Roteiro: Ivan Jaf Ilustração: Eduardo Ferigato














quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Produzindo um e em um Sketchbook



Há um bom tempo venho preparando esse post, aos poucos. Espero que ele ajude algumas pessoas. Desde 2008 tento produzir em sketchbooks, no meu dia-a-dia, mas só recentemente entendi a forma correta (ou pelo menos uma das formas corretas...) de usá-lo.

Esse ano é o meu quarto como ilustrador freelancer, e ando produzindo cada vez mais - para os outros. É uma evolução normal. Isso fez com que eu produzisse menos de forma autoral. Desenhar foi cada vez mais se tornando um trabalho, no mesmo ritmo em que meu tempo livre foi diminuindo.

"Pintar é minha obsessão, meu divertimento e meu tormento de todos os dias."
- Monet


Produzir no sketchbook parecia ser uma extensão dos meus trabalhos.

Eu sempre soube da necessidade de manter o exercício constante e o aprendizado do desenho, mas às vezes sentia uma certa obrigação em sentar para desenhar no sketchbook quando, por exemplo, tinha passado um dia inteiro mergulhado no computador em algum trabalho pra agência/editora. E isso deixava minha produção um pouco travada, e bastante cansativa. Não havia nada de autoral ali, era só um exercício mecânico.

"Quando eu tinha 15 anos sabia desenhar como Rafael, mas precisei uma vida inteira para aprender a desenhar como as crianças"
- Pablo Picasso


Até que tive um certo insight. Eu estava produzindo no sketchbook usando o mesmo tipo de raciocínio que eu tinha quando estava trabalhando. Mas produzir no sketchbook não era pra ser uma libertação? Um exercício de soltura, uma quebra de métodos, experimentos, descobertas de novas fórmulas...? E isso tudo era exatamente o que eu não estava fazendo.

Comecei a produzir alguns cadernos artesanais, mais finos, que eu preenchesse em um período de tempo mais curto (aqueles sketcbooks gigantescos sempre me incomodaram, porque acabavam agrupando momentos muito distintos de produção e interesse temático; sem contar o fato que o peso não permitia levá-lo sempre comigo). Acabei chegando em um tipo de caderno que me agradava muito mais do que os antigos.



Logo em seguida comecei a ver que os resultados me agradavam mais.
Eu comecei a experimentar novas estilizações, novas maneiras de resolver antigos problemas gráficos, sem me importar se o resultado era bom ou não. O erro, aliás, é sempre uma boa coisa. É no erro que está nossa evolução e os novos caminhos...

"Criatividade consiste no total rearranjo do que sabemos com o objetivo de descobrir o que não sabemos"
- George Kneller


Aí comecei a usar tintas, pastéis, lápis, papéis novos nos sketchbooks, também. Aí eu consegui perceber de fato o quanto minha produção antiga nos cadernos era travada e mecânica.
Comecei a entender que um sketchbook é um local de experimentação, e não de produções de acabamento impecável. É um exercício, e não necessariamente um portfólio. Nem todos os trabalhos vão resultar em produções levadas para fora dele.
Novos materiais e manchas (ainda mais se as fazemos ao acaso) pedem novas soluções, e te forçam a explorar novos caminhos. Te fazem, aos poucos, começar a entender o que realmente é o seu traço.







Apesar de tudo, não acho que hoje em dia minha produção nos sketchbooks esteja solta o suficiente. Ainda vejo alguma fórmulas que se repetem e muitas imperfeições. Mas já é um bom caminho.

Segue abaixo um PDF de algumas das produções nos sketchbooks - nos últimos meses. Basta clicar visualizar, como se estivesse folheando. Espero que gostem!


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Freddy Mercury



Em homenagem ao Rock In Rio 2011, o grande e saudoso Freddie Mercury. Feito no sketchbook, com acabamento digital.
Está no momento em exposição Rock In Rio, da Pandora Escola de Arte, no Campinas Shopping.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Políticos Corruptos



“Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente, e pela mesma razão.