Mortalha

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Laerte!


Caricatura do mestre Laerte Coutinho! O maior prêmio foi receber um feedback do próprio, via Facebook, dizendo que é uma "verdadeira obra prima"! Muito legal! =)

quinta-feira, 8 de março de 2012

Ilustrador em Nova York - Parte um





Tive a oportunidade de passar o fim do ano de 2011 em Nova York, e foi uma experiência fantástica. É uma cidade surpreendente, pulsante, agitada. Desde o primeiro momento em que cheguei em Manhattan me
senti dentro de um filme, pra cada lugar em que olhava me lembrava de algum personagem, alguma história que já tinha visto e que se passava por lá.

Mas é um lugar bom, principalmente, para os amantes da cultura. Ela está por toda parte: teatros, cinemas, museus, artistas no metrô, na rua, bazares, galerias... É impactante para um brasileiro, acostumado à vida cultural de Campinas. Me fez (re)pensar muitas coisas.

Enfim, segue a primeira parte de pontos que qualquer ilustrador ou ama
nte das artes não pode deixar de ir, quando for a Nova York:


Metropolitan

O MET é um dos lugares mais fantásticos que já visitei. Impressionante como esse museu é vivo, cheio de visitantantes impressionados, grupo de alunos desenhando e estudiosos andando pra lá e pra cá… muito diferente da vida dos
museus do Brasil - mesmo os maiores, como o Masp, mesmo às
terças-feiras, que é de graça. Visitar o Metropolitan parece ser uma atividade comum como ir ao parque, para os nova-iorquinhos.

Sou fã de todo tipo de arte greco-romana, especialmente as esculturas. Os incontáveis pátios reservados somente para elas são de deixar qualquer um impressionado e emocionado.
O ideal é reservar um dia inteiro para visitar o museu, se você quiser conhecê-lo por inteiro. Em quase cinco horas de passeio, conheci somente o espaço greco-romano, as armas e armaduras medievais e um pouquinho do espaço egípcio e das peças pós-renascimento do museu. Não consegui ver a gravura do Hokusai que o MET possui... Fico triste só de lembrar.

Blick

Essa é de longe, a loja de materiais artísticos mais completa que eu já visitei. Especialmente em relação a papéis e sketchbooks. Mas qualidade faz o preço bater lá em cima, também, e eu, que estava acostumado com os preços de materiais de arte em sites de venda americanos, me surpreendi um pouco. A loja tem uma diversidade sem igual, mas o preço é quase igual ao das lojas brasileiras, salvo algumas exceções, com os marcadores Copis/Prismacolor e os papéis.
Acabou valendo a pena mesmo comprar só alguns poucos itens, mais selecionados...

MoMA

O Museu de Arte Moderna de Nova York é fantástico também. Vi alguns artistas que sempre quis conhecer ao vivo, especialmente o Pollock - só fiquei um pouco decepcionado por só haver um único quadro dele em exposição, no momento... Depois descobri que o Metropolitan possui alguns outros Pollocks...
Muito bom conhecer Frida Kahlo, Dalí, e também quadros do Picasso, Monet e Van Gogh que são do acervo deles.
No geral, porém, a arte contemporânea requer um pouco mais de informação para ser entendida, e eu acabei deixando muita coisa interessante de lado... Aconselho fazer algo que não fiz: pegar o AUDIO TOUR, um aparelhinho que você pode pegar de graça no térreo (é só enfrentar a fila...), e possui uma explicação em áudio sobre cada artista, obra e espaço do museu.

É um museu muito caro, se comparar com os outros da cidade. Aconselho comprar o pacote MoMA + Top of the Rock (visita ao topo do Rockfeller Plaza, que vou falar na Parte Dois), que sai bem mais em conta.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Campus Party 2012!



Visitei a Campus party 2012, na semana passada. É o um evento de tecnologia, empreendedorismo, internet e cultura. Muito bom conhecer algumas pessoas com quemtrabalho viainternet, eaté mesmo alguns colegas e amigos que fiz via Twitter. Infelizmente o evento foi corrido demais para mim, e acabei ficando sem encontrar algumas pessoas...

Muitas palestras, painéis e entrevistas, além de uma ou outra apresentação que eu nunca pensei que iria me interessar em assistir, e que foram realmente interessantes. O evento fez eu repensar a relação do meu trabalho com a internet, e o conteúdo autoral que produzo. Talvez gere alguns frutos dentro de algum tempo...







Finalizei um trabalho durante a Campus Party, misturando pintura digital e pixelart. Segue aqui o processo e o resultado final, espero que gostem. Abraços. =)






terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Olá, 2012!


(Copic e nanquim)

Só pra espantar um pouco essa poeira e falta de atualização no blog. Xô, xô!

2012 esta aí, é o ano de se repensar os rumos e objetivos... Porque talvez seja o útimo. Fim do mundo? Quem sabe.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Hohoho

sábado, 24 de dezembro de 2011

Ano novo chegando...



O ano novo está chegando e eu ilustrei uma mensagem bastante inspiradora de Joseph Campbell. Que 2012 seja ótimo para todos vocês!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pôsteres no FIQ

Terei alguns pôsteres A3 à venda no FIQ 2011, que acontece de 9 a 13 de novembro. Estarão no estande do Quarto Mundo! Quem for ao evento, por favor, confira!
Não são muitas unidades de cada, mas vou disponibilizar alguns à venda pelo blog, depois do evento. =)

Pôsteres:

HARRY POTTER



MEGAMAN (publicado pela CAPCOM)



MARGARITA



MUMM-RA



FLAPJACK



FREDDIE MERCURY



GUITARRISTA

domingo, 30 de outubro de 2011

Happy Halloween 2011



Feliz Dia das Bruxas! Direto do espaço sideral.

Kiburi Pride

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Produzindo um e em um Sketchbook



Há um bom tempo venho preparando esse post, aos poucos. Espero que ele ajude algumas pessoas. Desde 2008 tento produzir em sketchbooks, no meu dia-a-dia, mas só recentemente entendi a forma correta (ou pelo menos uma das formas corretas...) de usá-lo.

Esse ano é o meu quarto como ilustrador freelancer, e ando produzindo cada vez mais - para os outros. É uma evolução normal. Isso fez com que eu produzisse menos de forma autoral. Desenhar foi cada vez mais se tornando um trabalho, no mesmo ritmo em que meu tempo livre foi diminuindo.

"Pintar é minha obsessão, meu divertimento e meu tormento de todos os dias."
- Monet


Produzir no sketchbook parecia ser uma extensão dos meus trabalhos.

Eu sempre soube da necessidade de manter o exercício constante e o aprendizado do desenho, mas às vezes sentia uma certa obrigação em sentar para desenhar no sketchbook quando, por exemplo, tinha passado um dia inteiro mergulhado no computador em algum trabalho pra agência/editora. E isso deixava minha produção um pouco travada, e bastante cansativa. Não havia nada de autoral ali, era só um exercício mecânico.

"Quando eu tinha 15 anos sabia desenhar como Rafael, mas precisei uma vida inteira para aprender a desenhar como as crianças"
- Pablo Picasso


Até que tive um certo insight. Eu estava produzindo no sketchbook usando o mesmo tipo de raciocínio que eu tinha quando estava trabalhando. Mas produzir no sketchbook não era pra ser uma libertação? Um exercício de soltura, uma quebra de métodos, experimentos, descobertas de novas fórmulas...? E isso tudo era exatamente o que eu não estava fazendo.

Comecei a produzir alguns cadernos artesanais, mais finos, que eu preenchesse em um período de tempo mais curto (aqueles sketcbooks gigantescos sempre me incomodaram, porque acabavam agrupando momentos muito distintos de produção e interesse temático; sem contar o fato que o peso não permitia levá-lo sempre comigo). Acabei chegando em um tipo de caderno que me agradava muito mais do que os antigos.



Logo em seguida comecei a ver que os resultados me agradavam mais.
Eu comecei a experimentar novas estilizações, novas maneiras de resolver antigos problemas gráficos, sem me importar se o resultado era bom ou não. O erro, aliás, é sempre uma boa coisa. É no erro que está nossa evolução e os novos caminhos...

"Criatividade consiste no total rearranjo do que sabemos com o objetivo de descobrir o que não sabemos"
- George Kneller


Aí comecei a usar tintas, pastéis, lápis, papéis novos nos sketchbooks, também. Aí eu consegui perceber de fato o quanto minha produção antiga nos cadernos era travada e mecânica.
Comecei a entender que um sketchbook é um local de experimentação, e não de produções de acabamento impecável. É um exercício, e não necessariamente um portfólio. Nem todos os trabalhos vão resultar em produções levadas para fora dele.
Novos materiais e manchas (ainda mais se as fazemos ao acaso) pedem novas soluções, e te forçam a explorar novos caminhos. Te fazem, aos poucos, começar a entender o que realmente é o seu traço.







Apesar de tudo, não acho que hoje em dia minha produção nos sketchbooks esteja solta o suficiente. Ainda vejo alguma fórmulas que se repetem e muitas imperfeições. Mas já é um bom caminho.

Segue abaixo um PDF de algumas das produções nos sketchbooks - nos últimos meses. Basta clicar visualizar, como se estivesse folheando. Espero que gostem!


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Freddy Mercury



Em homenagem ao Rock In Rio 2011, o grande e saudoso Freddie Mercury. Feito no sketchbook, com acabamento digital.
Está no momento em exposição Rock In Rio, da Pandora Escola de Arte, no Campinas Shopping.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Políticos Corruptos



“Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente, e pela mesma razão.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Pôsteres e Artbook Megaman

Minha arte foi uma das selecionadas para o Artbook Oficial do Megaman, lançado pela Capcom e pelo estúdio UDON. A publicação conta com artistas do mundo inteiro, coisa de qualidade! =)



O lançamento do artbook será na Comicon de San Diego (que vai de 20 a 24 de julho), que infelizmente não poderei ir... =(
Os visitantes poderão comprar tanto no estande do estúdio UDON como pelo Amazon a Edição de Luxo de Colecionador e a Edição Normal.


PÔSTERES ASSINADOS! \o/



Estou vendendo também pôsteres dessa arte, devidamente autorizados pela Capcom, numerados e assinados. São poucos, se quiser um, corra! Quem tiver interesse, por favor, envie um email.

PÔSTER A3 (42 x 29,7cm) (Impressão de qualidade em couché fosco 170grs, assinada, numerada e com venda autorizada pela Capcom): R$20,00 + envio
PÔSTER A2 (59,4 x 42cm)(Plotagem em papel glosspaper de alta qualidade e resistência, assinada, numerada e com venda autorizada pela Capcom.): R$55,00 + envio

Em breve terão alguns sorteios, aí, pra quem quiser, de repente, ganhar um pôster na faixa. =)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

Doppelgänger



A new enemy has appeared! Doppelgänger Rogéria! #Nerdcast

Às vezes, mesmo quando a gente tá cheio de trabalho, vale fazer algum trampinho cômico, só pra relaxar, haha! Fiz esse aí depois de assistir o hilário episódio do Nerdcast, com um jogo inteiro de RPG. Quem ouvir, entenderá. Hahahaha!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Novos Dias #newday_GEISAI






O artista japonês Takashi Murakami, conhecido mundialmente por seus trabalhos de Arte Pop, iniciou uma corrente pela esperança, após os trágicos acontecimentos dos últimos dias. Murakami não se feriu durante a tragédia, mas se disse emocionalmente afetado. Ele, que sempre teve como inspiração o estilo de vida japonês, seus ícones da moda e de comportamento, e o exagero do mangá, se mostrou amplamente comovido.

Além de artista celebrado, Murakami é o organizador do projeto Geisai - um grande evento que acontece duas vezes por ano, e que busca expôr obras de iniciantes ao lado de artistas já consagrados. Os festivais "Geisai" contam também com venda de originais de arte e concursos, tudo buscando incentivar a produção artística e expressiva no Japão. A 15ª edição do evento, que iria acontecer no último domingo, dia 15, foi cancelada após o terremoto. Vendo a situação dramática na qual o povo japonês se encontra, Murakami quis encontrar um meio de ajudar, e buscou ampliar o conceito e alcance do seu projeto.

A idéia consiste em, nesse momento de crise, incentivar a postagem de ilustrações e outras manifestações artísticas pela internet. Para Murakami, é uma maneira de os japoneses, que têm uma certa dificuldade de se expressar, colocarem para fora a dor que sentem nos dias atuais. É um incentivo, também, para que estrangeiros mandem mensagens de apoio e esperança.



O pedido de Takashi Murakami, logo depois chamado de NewDay Geisai, foi apoiado por uma série de profissionais, como Takehiko Inoue, e também por inúmeros artistas iniciantes e também anônimos. O projeto recebeu também uma parcela de críticas, sobre o uso da banda de internet japonesa (que anda abalada após o terremoto e o tsunami) para fazer o upload de trabalhos artísticos. "Por que proliferar a postagem dessa imagens, de artistas nem sempre conhecidos, sem nem mesmo obter um retorno financeiro de ajuda ao Japão?", perguntam. O artista responde:

"Em termos de valor concreto para a sociedade, a arte é, de certa forma, a atividade mais sem propósito de todas. Mas porque, então, ela continuou a existir por tantos anos? (...) A abrupta mudança entre paixão e desespero que esses homens e mulheres passaram nos últimos dias os levou a produzir arte. E, por outro lado, existem pessoas coladas aos aparelhos de TV, silenciosamente segurando a dor que sentem frente ao que veem. Essas pessoas também são vítimas do desastre, e eu gostaria de ajudá-las a encontrar um meio de expressar o que sentem.

(...)

É verdade que eu não tinha conhecimento detalhado sobre o fardo que esses uploads seriam sobre os servidores já sobrecarregados. Mas eu acredito que exista uma justificativa para isso. (...) Aos artistas lendo essa mensagem, eu tenho um pedido: Canalizem os seus pensamentos para um trabalho artístico, e mostrem-no, para que todos vejam. Compartilhem os seus pensamentos nos trabalhos postados, e se desfaçam da tensão em seus corações.

Não existe razão para ficarmos envergonhados. É o que devemos fazer para sobreviver. Eu felicito a todos vocês! Não tenham medo!
Vocês tem em mim um aliado para passar por mais este dia.

O meu projeto existe para pessoas como você, sinta-se orgulhoso!
Por último, gostaria de expressar minhas condolências às vítimas do terremoto, e pedir que rezemos para a rápida recuperação dos afligidos.
Isso é tudo.

Takashi Murakami"


Para participar

Para reforçar a iniciativa de Takashi Murakami, vamos iniciar uma corrente de mensagens de apoio para os afligidos pelo desastre, no Japão. Aos ilustradores - profissionais ou aspirantes -, lembrem-se de postar suas produções usando, via twitter, a hashtag #newday_GEISAI. Assim, as ilustrações e mensagens se juntarão às milhares de outras ao redor do mundo.


Uma das minha sprimeiras contiribuições, que fiz num acesso, ontem de madrugada.

Vale lembrar que, para quem tem condições, é imporante também fazer doações. Para saber mais, só ver o último post.

EDIT:
Todos os agradecimentos do mundo à equipe do Pink Vader, que está me ajudando na iniciativa. O pessoal do site é foda, talentoso demais naquilo que fazem. =)
Fico muito feliz!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Pixel por Pixel - TNTema Macaco



Simian Control, para o TNTEMA (www.tntema.blogspot.com) Macaco.
Muita gente vem me perguntando o meu método para fazer pixelart. Em breve, quando tiver um pouco mais de tempo, vou tentar fazer um tutorial. Mas como já mostrei para os meus alunos, eu começo - sim! - os desenhos no papel. Mas é preciso levar em consideração o nível de detalhismo que é possível obter trabalhando numa resolução tão pequena. Depois disso levo o lineart para o PS, e trabalho às vezes com outros programas. Fiquem ligados, em breve posto mais.

Me perguntaram no deviantART se o termo "pixelart" está correto para essas ilustrações nostálgicas, com pixels estourados estilo 8/16 bits. Teoricamente, os "pixelartistas" mais ferrenhos prezam que se não for isométrico e se for feito no PS (usando as facilidades do programa, como layers e transparência) não é pixelart. Eu procuro não me prender às regras da pixelart acadêmica, sou um pixelartista contemporâneo, haha!
Mas, que seja, chamem do que quiserem. =)

Technation






Passo a passo do trampinho (antigo), para a Expo "Nações", da Pandora, em dezembro de 2010.